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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
O sol ou a falta dele
Precisa-se urgentemente de sol para que a minha criança (e a que há em mim também) possam libertar a sua energia potencial sob a forma de energia cinética, que não seja a correr pela sala e a saltar nos sofás, dias a fio (com breves excepções), mesmo depois de dias de escola e a horas que os pais já sofrem de inércia e ainda têm o mini eufórico de nos ter com ele, cheio de energia potencial. Quando chegamos à garagem, para deslocações casa-casas, casa-escola, a miúda corre, corre, corre, parece que foi "libertada na natureza"...
E a mim, faz-me tanta falta, para as mini caminhadas matinais que descobri que me fazem tão bem, nem que seja para respirar fundo, apanhar ar na cara, ouvir os barulhos naturais.
Já são meses de chuva, chega, ok S. Pedro?
Cheias, inundações, costa fustigada, vendavais, a natureza, destruição e prejuízos sem fim.
Bem sei que merecemos um castigo pelo que lhe temos feito, mas nem todos precisamos de acordar para isso, muitos de nós já estavam bem conscientes.
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Novos projectos, vida nova
Tanta coisa para contar e ando sem tempo nenhum!
Um ano após o "positivo" do Diogo, estou com outros dois embriões nos braços, agora profissionais. Dois novos projectos, agora meus!
Quando recebi o convite para o segundo, na minha área de formação, já estava a braços com o primeiro, mais pessoal.
Senti que era demasiado para um coração que vivia apertado, à espera de concretizar este sonho de tornar o mundo um pouco melhor, e se sentia afastado dessa rota. A esperança existiu sempre!
Num minuto, a vida muda, as dúvidas, as preocupações mudam, as interrogações sobre o futuro, que me inquietavam, sossegam (ou mudam de perspectiva...).
E surgem novas situações que dão sentido a opções tomadas, a rumos seguidos, aos momentos de inquietação.
É muito bom ter objectivos e sentir que os resultados "só" dependem do nosso esforço, que é unicamente por nós e para nós. E sentir este bichinho, ainda que as pernas possam estar bambas de tanta novidade!
Vamos ver no que dá, não nos esquecendo de alegrar e festejar com o que é bom, na mesma proporção com que nos entregamos à tristeza quando corre mal.
O Diogo já está a ficar parte do tempo com a Blé, que cuidou também da Joana, para poder dedicar-me aos projectos, ainda que trabalhe em casa. Comecei o meu próprio processo de desmame, após 9 meses de gravidez, 2 deles em repouso, e 4 meses de dedicação ao meu bebé.
Custa é certo, mas não tanto quanto custou deixar a Joana, por ser a 1ª e a (minha) dependência muito maior, por com ele estar metade do dia, mas também porque sabia ao que ia regressar, o que ia encontrar.
A parte verdadeiramente dolorosa é que agora não há grande tempo para descansar e com noites ainda mal dormidas e acordando cedo para tratar da pequenada, o corpo, a cabeça e a disposição é que pagam. De vez em quando o marido e os filhos também...
A coisa há-de ir ao sítio, é mesmo assim. E havemos novamente entrar novamente na tal rotina que tinha encontrado há pouco, com mais ou menos neurónios conectados.
Isto vai, isto vai!
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Rita
Ano vem, ano vai, o cenário mantém-se... no Verão os incêndios, no Inverno as cheias... não há nada de imprevisível aqui, não é um tornado, não é um tsunami, nem um tremor de terra. Governo vem, governo vai, ministro vem, ministro vai e o problema mantém-se. Não há ordenamento de território neste país, não há política preventiva, não há fiscalização, não há punição, compensa pagar multas... [se houvesse em todas as áreas, incluindo a minha, o Ambiente, não faltava emprego, mas isso...]. Encolhem os ombros, comentam os números de aviões, o número de bombeiros, balbuciam qualquer coisa sobre as estratégias de combate e a formação (como se a morte fosse culpa deles que se foram lá meter)... Prevenção, que evita efectivamente perda de vidas, bens, património florestal, nada. A culpa é do anterior.
Amanhã já todos se esqueceram da Rita, assim como de outras Ritas, noutras situações de impunidade neste país. Já "ninguém" se lembra por exemplo do Marlom que morreu a tiro ao proteger os colegas no assalto da Queima do Porto... E contra mim falo, que se calhar já esqueci de muitos... A vida continua, é certo, o pior é de quem vai e dos que deixam cá... Dizer que a Rita será uma estrelinha no céu é bonito, mas muito pouco para a filhota de 4 anos e família de agarrarem... sem colinho, sem miminhos...
É duro, é injusto... lamentar não adianta... não morreu "uma bombeira", morreu a Rita.
Rita, 24 anos, bombeira em Alcabideche, morreu ao combater o fogo no Caramulo. Deixa a Ana Rita com 4 anos.
domingo, 14 de julho de 2013
Freeeeeze
Será possível congelar estes momentos para sempre?
Nos últimos dias tem-me dado aquela sensação angustiante do tempo passar depressa demais, passar tudo muito depressa... Parece que ainda ontem soube que estava grávida e agora já passou "tudo", o Diogo nasceu e está a crescer tão rápido, as roupas esticadas... A Joana a terminar o ano lectivo...(ok é bom sinal, eu sei) Ainda ontem era Natal e já estamos quase nas férias... Aquela sensação de tenho que aproveitar o tempo! Eu sei que parte dela é motivada rotina em casa com um recém-nascido, em que os dias não variam muito e pela privação de sono que leva a mente para lugares estranhos.
Sei que não podemos viver de saudades, agarrados nos momentos passados... No entanto, somos feitos dessas memórias.
E como não se pode (nem deve) parar a vida nestes momentos, resta-me a certeza de que o importante é viver para poder desfrutar de muitos!
Afinal de contas, como diria o outro, a felicidade estará sempre em pequenos e intensos nadas.
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Aniversário 16.Abril
O meu dia começou tal como o da minha mãe há 34 anos. Tinha contracções, tinha falta de ar, fiquei muito assustada. Às 6h estava a tomar 2 doses de magnésio e deitei-me no sofá, com várias almofadas para ficar levantada e respirar melhor e rezei, rezei muito para aquilo acalmar e o Diogo não resolver mesmo nascer.
De manhã sentia-me cansada e tonta, mas melhor. Continuei assustada.
No ano passado estive sozinha durante o dia, mas distraída com os preparativos. Pensei que desta era sozinha, preocupada e quiçá no hospital. Eis se não quando o meu mano querido me propõe vir almoçar comigo em casa ou fora (not). Acabou por fazer o almoço cá em casa com a namorada e passaram a tarde comigo. Soube tão bem!
Entretanto chegou a Joana muito contente pelo desenho que me trazia e a agitação de entra e sai.
O meu estado foi acalmando, ainda que com contracções e mais rugas de preocupação.
Foi a família que tratou de tudo para o jantarinho com avós e manos, eu apenas coordenei. ;) Souberam bem tantos mimos, apesar de ser estranho não mexer uma palha!
Já não ligo muito a fazer anos, ou melhor, a festa. Concordo que é um bom pretexto para reunir a família e nesse aspecto recebi tudo o que queria.
Aqui há dias o marido perguntou o que queria nos anos. Ai pode ser o que eu quiser? Sim, se nos sair o euromilhões, pode. Isso já me saiu marido, duas vezes.
É engraçado que em Fevereiro mudei de loja e passei a trabalhar na mesma rua em que fiz estágio da formação em qualidade, há precisamente 10 anos. Entretanto essa empresa, sinal dos tempos, despediu trabalhadores e mudou de instalações. A minha vida também mudou muito e há 10 anos era impensável imaginar este percurso e ter o trabalho actual.
No entanto, fiz fortuna: criei uma família e tenho dois filhos. E isso, não troco por nada, é a sorte com que sempre sonhei e bem melhor do que imaginava.
sexta-feira, 29 de março de 2013
O que é que andavam a fazer em Julho?
Aniversários Março
15 - primo D.
17 - cunhado F.
22 - avô H.
23 - amiga O. e B.
24 - tio H.
26 - antiga colega B.
Mais uma dúzia de conhecidos.
Era o calor, não era?
E juntando a isto, o dia do Pai e a Páscoa, como é possível eu, grávida e cheia de apetite de doces, não engordar em Março?
(ainda que tenha falhado alguns eventos, por força da gravidade, literalmente...)
domingo, 24 de fevereiro de 2013
A distorção da anti-distorção
A propósito deste artigo do Expresso do Henrique Raposo "O fascismo do Grândola Vila Morena" publicado no site a 21/Fev...
É triste associar a manifestação ao fascismo. Não que me lembre, mas julgo que nesses tempos e em todas as ditaduras à esquerda e à direita, ninguém era, ou é, silenciado à base do Grândola, aliás ninguém a podia cantar. Aliás mais de 2 pessoas não se podiam ajuntar, dizem. A música era e é outra. É triste.
Não vejo nestas manifestações cartazes anti-direita, apenas contra medidas. E isso ouvi sempre, bem ou mal, estando que governo estiver no poder. Quer se goste quer não, parece-me democrático.
"Ódio fascista"? Pelos cartazes e cantares? Façam-me o favor...
E a conclusão: "Em terceiro lugar, temos a consequência lógica das duas premissas anteriores: o culto da violência. Se a "direita" é espezinhável, se não vale a pena ouvir o outro lado, se o ódio é uma virtude que confere uma legitimidade superior, então a violência é legítima e não faz mal dar uns carolos no Relvas. Aliás, só faz bem dar uns tabefes no Relvas."
Qual violência? No filme da Visão é bem visível que ninguém dá carolos em ninguém, não porque queira e não possa. Não me parece muito difícil superar os "seguranças" nem vencer umas portas...
A sugestão de violência legítima é sua.
"Só faz bem dar uns carolos ao Relvas" ?!?
Como dizia o Bruno Nogueira, na assembleia é tudo educado, ninguém se insulta e interrompe.
Contra os estudantes do ISCTE só tenho algo contra, escusado era insultar a mãe do sr., não tem culpa nenhuma.
(comentado no site Expresso)
Aqui fica o vídeo Visão.
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Bolo Rei
Eu tenho com o bolo rei uma relação parecida com a do Cavaco.
Mas é a única semelhança com a pessoa, fora isto gosto de mandar o meu bitaite.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Auuuu
Começar o ano com uma dor descomunal num dente e não poder tomar muito mais que ben-u-ron, ninguém merece.
Como dizia, promete.
Vistas bem as coisas, só pode mesmo melhorar.
Hoje, ronda aos médicos, para conciliar opiniões. Eu bem dizia que mais valia tê-los arrancado todos. E é só o que me apetece fazer com os alicates que tenho à minha frente.
Como dizia, promete.
Vistas bem as coisas, só pode mesmo melhorar.
Hoje, ronda aos médicos, para conciliar opiniões. Eu bem dizia que mais valia tê-los arrancado todos. E é só o que me apetece fazer com os alicates que tenho à minha frente.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
É a vida
A mini queria pintar "guardanapos" à hora do jantar, qualquer trabalho novo que aprendeu na escola. Expliquei-lhe que podia fazer depois, mas reclamou que depois ia dormir. Para despachar disse que então fazia no dia seguinte. Responde cheia de revolta:
"Mas amanhã vou acordar cheia de sono e ver desenhos animados e depois vou para a escola!"
"Pronto, depois quando vieres da escola."
"Mas depois vou dormir! É só escola, dormir, escola, dormir, escola, dormir!"
"Olha minha filha, é a vida!"
[e quando chegares da escola não te ponhas a estupidificar em frente à TV para na hora de dormir te lembrares das coisas que querias mesmo fazer, como os adultos]
"Mas amanhã vou acordar cheia de sono e ver desenhos animados e depois vou para a escola!"
"Pronto, depois quando vieres da escola."
"Mas depois vou dormir! É só escola, dormir, escola, dormir, escola, dormir!"
"Olha minha filha, é a vida!"
[e quando chegares da escola não te ponhas a estupidificar em frente à TV para na hora de dormir te lembrares das coisas que querias mesmo fazer, como os adultos]
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
A sério, de novo
Quanto mede 1 m na China? É sistema internacional, inglês ou próprio?
E 4 m é 4 x 1 m, ou não?
A nossa árvore não é assim tão gorda...
E 4 m é 4 x 1 m, ou não?
A nossa árvore não é assim tão gorda...
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
A sério...
... como é que a 03.Dezembro esgotaram os artigos de Natal no Continente?
Fizemos a árvore de Natal no domingo e antes de pôr a iluminação vi que não funcionava (se fosse depois julgo que a árvore ia ganhar asas).
E lá ficou assim pálida, até hoje ter conseguido a salvação no deBorla (ei quase 13€!).
Fizemos a árvore de Natal no domingo e antes de pôr a iluminação vi que não funcionava (se fosse depois julgo que a árvore ia ganhar asas).
E lá ficou assim pálida, até hoje ter conseguido a salvação no deBorla (ei quase 13€!).
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
F*da-se
F*da-se. F*oda-se. F*da-se!
Pese embora o post anterior e o mundo esteja mesmo melhor, de manhã foi o que passou aqui no "rodapé". A neura de domingo à noite já foi acentuada, 2ª feira prometia e foi assim que acordei. E lembrei-me de um amigo que, segundo a mulher, todos os dias, desde que toca o despertador até sair de casa, não dizia outra coisa. Um f*da-se resignado perante o inevitável.
O meu acordar é péssimo e não consigo praticamente falar. Totalmente off.
Pese embora o post anterior e o mundo esteja mesmo melhor, de manhã foi o que passou aqui no "rodapé". A neura de domingo à noite já foi acentuada, 2ª feira prometia e foi assim que acordei. E lembrei-me de um amigo que, segundo a mulher, todos os dias, desde que toca o despertador até sair de casa, não dizia outra coisa. Um f*da-se resignado perante o inevitável.
O meu acordar é péssimo e não consigo praticamente falar. Totalmente off.
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Palavra de honra
Cortar pela 4a vez o cordão umbilical é pior do que cortar a 1a. Não há nada que me faça habituar.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Viagem ao futuro
"Quando fores muito, muito velhinha eu vou-te levar à escola e tu não podes chorar, porque vai correr tudo bem, está bem?"
De repente vi-me à porta do lar de terceira idade, sem a certeza de que ia correr tudo bem e até me deu um aperto no peito, não por mim, mas ao lembrar-me da pergunta habitual dela à porta do infantário "Tens a certeza?"
De repente vi-me à porta do lar de terceira idade, sem a certeza de que ia correr tudo bem e até me deu um aperto no peito, não por mim, mas ao lembrar-me da pergunta habitual dela à porta do infantário "Tens a certeza?"
sábado, 28 de julho de 2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Já agora
Também queria férias desta vida parva em que transformei a minha, que nem é carne nem é peixe, nem trabalho, nem sou dona de casa, sou mais o não ser do que o simples ser. O que sou resume-se à condição e isso não me agrada nada.
E começo a perceber Shakespeare como gente grande.
Se não for pedir muito, férias do grande ponto de interrogação, please.
E começo a perceber Shakespeare como gente grande.
Se não for pedir muito, férias do grande ponto de interrogação, please.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Fim do Sonho Europeu
Não me refiro ao fim do sonho de vencer o campeonato europeu, mas ao facto de, com a nossa eliminação e o fim do campeonato, não voltarmos a ouvir na abertura do telejornal "Boa noite, é Hugo Almeida..." (o repórter especial falava sobre a substituição do Postiga).
Voltaremos à crise e à austeridade e ao prós e contras sobre lutar ou resignar, em vez dos debates em todos os canais, sobre se somos ou não os melhores do mundo. E embrora não veja quase nada disto, sempre é uma coisa que soa melhor.
Ao menos que se mantenha a máxima "saimos de cabeça erguida como a selecção"!
Voltaremos à crise e à austeridade e ao prós e contras sobre lutar ou resignar, em vez dos debates em todos os canais, sobre se somos ou não os melhores do mundo. E embrora não veja quase nada disto, sempre é uma coisa que soa melhor.
Ao menos que se mantenha a máxima "saimos de cabeça erguida como a selecção"!
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Somos os maiores
Gosto muito de futebol, isso é um facto, mas adoro ainda mais nesta altura de selecção, em que se pode ligar a televisão e na abertura não ver desgraças, apenas que somos os maiores e os melhores do mundo e aquele menino da gasolineira já nem precisa de emigrar para ser alguém, afinal vai ser alguém, porque provámos que não somos preguiçosos. E já podemos "viver acima das possibilidades".
Por estes dias não há crise, nem austeridade, a situação da Grécia e da Espanha passa-nos ao lado (excepto no ponto em que a Grécia joga contra a Alemanha e a Espanha contra a França). Por estes dias não há nada que afecte a alma lusitana, somos corajosos, lutadores e dedicados.
Somos os maiores.
sábado, 16 de junho de 2012
O que a minha filha e o futebol (também) ensinam
"A sorte dele foi ter dado um pontapé na atmosfera" foi a frase que ouvi de passagem na rua entre dois "executivos" adeptos da selecção, sobre o golo do Varela, que à 1ª falhou a bola e à 2ª marcou o golo. Totalmente certa: à 1ª provavelmente acertaria no jogador adversário - e resumiu ali, sem querer, a essência da vida: às vezes temos mesmo que dar muitos pontapés na atmosfera, eu própria continuo a chutar.
"E no intervalo Portugal também ganha?" - para esta miúda, perder nem pensar, ganhar até se ganha o intervalo, não é só a 1ª, nem a 2ª parte.
"Aquela miúda não gosta nada de perder, já viste?" - dizia uma mãe para uma avó após a big birra no jogo do galo, que eu apenas a impedi que ganhasse. Claro que a repreendi e nem joguei mais. No entanto, já vi adultos fazerem figura pior por perderem e em coisas, vá, idênticas. Tragam de lá essas crianças que gostam de perder, que eu quero ver.
Quando tudo pressiona a miudagem (e não só) para o sucesso, para o correcto, para o bonito, perfeito e ideal, digo eu que é o que passamos a vida a tentar fazer.



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