segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Não sou nenhum bebé! - Conquistas

Em jeito de resumo, agora que os sinais de independência se intensificam.

Cá em casa já pouco há de bebé:
- o biberão foi rejeitado quando tinha 1 ano e pouco (por não gostar do leite) - agora é pela caneca com palhinha
- a chucha foi-se pouco antes dos 2 anos - quase repentino
- as fraldas, de dia deixou definitivamente há 1 ano. Tinha começado uns meses antes, mas regrediu e só depois foi de vez. À noite, foi por iniciativa própria, passado pouco tempo, a chegar aos 3 anos e só houve 2 acidentes.
- o pote só usa de manhã, embora prefira à sanita, porque assim via tv ao mesmo tempo...
- já não quer cadeirinha para comer, é da cadeira "dos grandes" e mesmo que fique baixa vai de "joelhinhos"
Aos poucos fui arrumando os acessórios de bebé e ficaram os de menina (buááááááá)


Na escola aperfeiçoou muito do que já ia fazendo e aprendeu a desenrascar-se, como:
- lavar os dentinhos lá atrás e bochechar
- vestir / despir toda a roupa e calçado
- ir à casa de banho sozinha (fui dar com ela sentada na sanita, sem banco para subir)
- comer tudo sozinha, incluindo a sopa
- tomar banho de chuveirada e secar-se
- não comer xixa, só carne e peixe ;), não ter dói-dóis, mas sim feridas, etc
Notei desde o Natal uma diferença muito grande, não só no Saber fazer, mas principalmente no Querer fazer. Aqui em casa quer mesmo fazer tudo sozinha e ajuda é só em última circunstância (ou por mimo). (Na escola chora porque quer que a ajudem... pelo amor da santa...)

A minha sempre bebé vai a passos largos para os 4 anos... Que crescida!
O colinho e o miminho serão para sempre (ou não - "Mamã deixa-me tar! É só um beijinho, não pode ser muitos beijinhos")

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Férias de Carnaval

E continuando na onda de sorte e prosperidade, o nosso Carnaval foi um autêntico... carnaval...

Na noite de 6ª para sábado a Joana vomitou várias vezes. De manhã passou, pensámos que foi qualquer coisa que caiu mal, por isso aproveitámos para passear bastante e ir até baloiços.

No domingo corria tudo bem, a Joana fartou-se de andar de triciclo e jogar à bola no terraço da avó R., mas quando chegámos aos meus pais, ao fim-da-tarde, começaram os enjoos meus e do pai... e foi uma procissão, pela noite dentro, de vómitos, com aquela sensação de que vamos morrer. Aí tivemos a certeza de que era uma virose, tipo gastroenterite, que deve ter vindo da escolinha. Anda por aí muita bicharada e tivémos a confirmação de vários meninos doentes lá.

Na 2ª feira ainda nos arrastámos para o restaurante, para o jantar/festa de Carnaval com a família, mesmo só para a Joana aproveitar, fantasiar-se e brincar com as primas (de qualquer maneira já era este o motivo...). Nós íamos vestidos de doentes, tal era o aspecto...

Na 3ª começou a febre da Joana... pelos vistos os vírus andavam cá por casa e o enguiço também. É abrir as janelas a ver se sai tudo!!!
Felizmente nunca foi febre alta, teve apenas uns picos e desapareceram de vez (truz, truz, truz) na 4ª feira.

E assim foram umas mini-férias de Carnaval estragadas. Não digo que não podia ser pior, porque podia.
E como também houve bons momentos, aqui ficam registados.




A minha princesa totós e caracóis gosta mesmo é de jogar à bola. Ainda o pai queria um menino para jogar com ele... sai-te!

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Carnaval na escolinha

Antes não queria o Carnaval. Depois queria o Carnaval com o vestido de princesa (do ano passado).
Lá a convenci que era uma princesa espanhola e  já só queria ir de "Palma de Maiorca" (isto é, com o vestido que trouxe a avó R. das férias).
E já não se continha de tanto esperar! Na 6ª feira passada foi o top da alegria ao chegar à escola, ver tudo preparado para a festa e os amigos mascarados.
É o amor/ódio em tudo! Estou para concordar com a frase "Não se pode ligar à canalha!"

Pelo meio de algum chorinco, ou porque não se queria vestir novamente depois de dormir, ou porque as serpentinas partiam, ou porque não queria fotografias (valha-me a santa), a festinha correu bem. Como como esteve bom tempo fizeram um piquenique no recreio, com direito a música e tudo.


Rescaldo S. Valentim

A nossa noite de S. Valentim foi tão, mas tão animada, que terminou no dia seguinte no hospital de S. João, com o papá da casa com um jeito nas costas...
Na verdade o papá magoou-se a jogar futebol, as costas deram um "esticão", piorou durante a noite e de manhã não conseguia sair sequer da cama. Teve que ser o bombeiro a levantá-lo e lá fomos passear de ambulância até ao hospital.
Os vizinhos efectivamente devem ter pensado que a noite foi animada, tal era a gritaria ;)
Felizmente foi "só" uma lombadfkfde...ia, já está quase recuperado à custa de muito injectável...

sábado, 18 de fevereiro de 2012

S. Valentim

Na escolinha o dia foi cheio de actividades para a Joana, que trouxe muitos trabalhinhos feitos lá para casa: um coração "chupa-chupa", um cartão coração pintado e um desenho feito pelo D, da sala dos 5 anos. Veio de lá muito feliz!

As educadoras incentivaram o desenho dedicado a um amiguinho especial. A Joana fez para o Z., mas infelizmente não foi correspondida. Estes difíceis amores... começa cedo! ;)  A troca foi entre todos e não propriamente menino/menina. Aliás, no dia anterior, quando perguntámos quem é que era o namorado, primeiro disse que não tinha e depois disse a M., que é uma menina dos 5 anos que tem sido mesmo especial.

Por isso, para já não quer saber de namorados e o pai continua a ser o príncipe dela. Antes assim, temos tempo!


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

De onde vêm os bebés

Nunca pensei ter que responder tão cedo ao tema "Mamã, de onde vêm os bebés?"

Nos últimos tempos a Joana passou de não querer um irmão a querer quatro ao mesmo tempo.
Num mesmo dia começou com "Mamã não quero manos", "Só cabem aqui três, a Joana, a mamã e o papá" (no sofá, o agregado resumir-se-á a quem couber no sofá) e depois de muita confusão mental (minha, entenda-se), a desesperar, "prontos, mas também não há aqui mano nenhum", antes de ir para a escola terminou com "quero 4 bebés na barriga da mamã" entre lágrimas de infelicidade por não ter nenhum.
A questão de não querer tinha a ver essencialmente com a partilha dos brinquedos. Quando percebe que são brinquedos de bebé, partilha tudo e até quer 4.
Por isso agora fincou firme que quer um irmão.

E assim ontem à noite quando cheguei ao quarto e já estava ela deitada na cama diz-me:
"Estou muito triste mamã"
"Porquê?!" - my god, penso eu, que será agora.
"Porque eu queria um bebé e não tenho nenhum" - muito triste efectivamente
"Ó Joana temos que esperar que cresça na barriga da mamã"
"Mas como?! Como é que ele vai crescer?!" - com indignação
"Tem que ser um sementinha a crescer na barrinha da mamã. É como os feijões que pomos na terra, eles também crescem, não é?"
"Mas como? Como é que vamos arranjar feijões?!?" - com mais indignação.
"Tem que ser o papá a pôr uma sementinha na barriga da mamã"
"Ó papaááááá, tens que pôr uma sementinha na barriga da mamã!" - a chamar o pai, quase a chorar numa mistura de tristeza e alívio
"Sim Joana, mas temos que ter..."
"Paciência" - diz ela a terminar com a expressão de um livro que lemos no fim-de-semana
"Se não há uma grande confusão como acontenteceu com o Chip"
"Sim, o bebé não pára de chorar!" - descobre ela a pólvora 
"É isso"

Ufa... foi difícil...! Só contava com isto lá para os 8 anos no mínimo!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

4 Piscas

Os 4 piscas são uma instituição nacional, não são? Já são património, qualquer dia da humanidade. Nada mais tuga do que pôr os 4 piscas em qualquer lado, haja ou não parqueamento disponível, estejam ou não já outros empecilhos no caminho. E o próximo que se lixe. Ah... tanto amor ao próximo!
Toda a gente tem pressa, uma pressinha, qualquer coisa a fazer rapidinho, mas parece haver pessoal que se acha com mais direito a incomodar.
Há o uso. E há o abuso.