terça-feira, 31 de julho de 2012
Assim ou com mais molho, vale tudo
"A banheira está a ficar encha"
"Vou ver a minha medura" - na régua da parede
"A professora Pitcher" - Pitcher passou a nome próprio da teacher de inglês
"Vou ver a minha medura" - na régua da parede
"A professora Pitcher" - Pitcher passou a nome próprio da teacher de inglês
sábado, 28 de julho de 2012
Já começou
Há quem diga que até foi tarde. Eu acho muito cedo.
Gostei apenas da parte de querer experimentar algo novo. Há tempos nem pensar em pintar as unhas. Viva a persuasão da prima C. .
Também gostei de querer tirar. :)
Nota-se que ainda está indecisa em ser como a mãe e a avó N. e sair de casa de "cara lavada" ou como a tia C. e a bisavó M. e não sair sem a sua pintura. ;)

quinta-feira, 26 de julho de 2012
Já agora
Também queria férias desta vida parva em que transformei a minha, que nem é carne nem é peixe, nem trabalho, nem sou dona de casa, sou mais o não ser do que o simples ser. O que sou resume-se à condição e isso não me agrada nada.
E começo a perceber Shakespeare como gente grande.
Se não for pedir muito, férias do grande ponto de interrogação, please.
E começo a perceber Shakespeare como gente grande.
Se não for pedir muito, férias do grande ponto de interrogação, please.
Algo parecido com férias
O pai da casa entrou ontem de férias, a miúda está em casa desde o fim da praia com o infantário - resolvemos dar-lhe férias grandes, já que as actividades lectivas tinham acabado. E eu só queria umas férias desta missão de educar, mandar, explicar, contrariar, ralhar. Pensei que o eliminar das situações de ansiedade criadas pelo contexto escola trariam paz e descontracção, estava mesmo a precisar. Trouxeram uma mimalhice pegada, choro por tudo e por nada, sem mais nem menos, por pequenas contrariedades, por todas as vontades não serem feitas todas ao mesmo tempo e hora e à medida que se vão alterando. Com direito a chantagem emocional, como se fosse a mais infeliz das criaturas. Uma vez por dia temos "cena".
É que assim, sem motivo, não tenho mesmo paciência. Falham as teorias, as explicações, a psicologia, tudo. Já nem sei o que é "normal para a idade" ou não. Nem se a culpa é minha ou do que é, se é tudo normal ou sou eu que já não vejo. Nem sei bem como agir. E eu estou cansada. É algo parecido com férias, sem férias e sem perspectivas de as ter.
É que assim, sem motivo, não tenho mesmo paciência. Falham as teorias, as explicações, a psicologia, tudo. Já nem sei o que é "normal para a idade" ou não. Nem se a culpa é minha ou do que é, se é tudo normal ou sou eu que já não vejo. Nem sei bem como agir. E eu estou cansada. É algo parecido com férias, sem férias e sem perspectivas de as ter.
domingo, 22 de julho de 2012
Sensibilidade
"Ooooh ele gosta dele. Faz-me ficar com os olhinhos molhados..." - quando o Manfred da Idade do Gelo, após ver as pinturas da sua família na caverna, se recorda da cena em que foi atacada pelos humanos e abraça com a tromba o bebé perdido.
E no mesmo filme "Estou a ficar com os olhos molhadinhos, porque o bebé não encontrou a mãe... quem me dera que ele encontrasse agora a mãe"- quando desaparece no rio, depois de entregar o bebé ao Sid e ao Manfred.
Também eu fico!
E no mesmo filme "Estou a ficar com os olhos molhadinhos, porque o bebé não encontrou a mãe... quem me dera que ele encontrasse agora a mãe"- quando desaparece no rio, depois de entregar o bebé ao Sid e ao Manfred.
Também eu fico!
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Sortinha
No mesmo dia que recebo resposta negativa de um processo de recrutamento, o marido dá de novo um jeito às costas que mal o deixa andar, com direito a hospital.
A juntar à festa a miúda na brincadeira com a R. [acrobacias disparatadas diga-se...] foi de cabeça directa ao chão, que até se ouviu pela casa e ficou com um sr. galo.
Ainda falam de 6a feira 13...