sexta-feira, 27 de setembro de 2013
A rotina contra-ataca
Diogo - 4 meses
Aos 4 meses o Diogo é um bebé muito sorridente e dengoso. Sempre a palrar, dá uns gritos euróricos de alegria e ao adormecer faz um huuum huuum a embalar-se. Um doce.
Está cheio de energia, sempre a bater as pernas. Começou a ter algum controlo dos movimentos, por isso vai tentando mexer nos brinquedos. Quando apanha qualquer coisa, leva logo para a boca. Brinca com as mãos e admira-as.
Quer cada vez mais interacção e actividade, por isso começámos a pô-lo no ginásio no chão com os brinquedos pendurados. Já se farta bastante de estar na espreguiçadeira. Ganhou uma manhita e refila quando o pousamos, o malandreco! Até começar a conseguir brincar vai ser uma fase exigente, de qualquer forma continua a ser um bebé sossegado.
As noites estão mais tranquilas. O número de horas continua variável, felizmente com tendência para mais e começou a resultar não o levantar quando se agita de madrugada. Agora é raro e consegue sossegar sozinho, por isso pelo menos quando dorme, dorme mesmo.
Na consulta com a pediatra do dia 11.09 pesava 6.070 kg e media 59 cm, o abastecimento faz-lhe proveito.
Para festejar a data virou-se pela 1ª vez para baixo, enquanto procurava a televisão.
sábado, 14 de setembro de 2013
Regresso à escola
No início de Setembro, quando íamos a caminho de Fornelos, para lá passarmos a semana, perguntou quantos dias faltavam. Respondi 10 e ela queixou-se que era pouco e que ia ter muitas saudades minhas. Respondi que no início custava, mas depois nos habituávamos, blá, blá. A coisa passou e não se falou mais. Para mim ficou o "uups como é que vai ser", mas deixei para lá que as crianças são imprevisíveis. Afinal de contas, o ano passado correu muito bem, a avaliação final foi de babar mais do que o caracol, no final é que já estava muito saturada.
- falando com os amigos R., I. e F. sobre coisas odiadas, cada um dando exemplos: "Odiar é muito feio! Eu não odeio nada." - ah linda menina, que coração puro - pausa e declara: "Só odeio a escola."
Caldo entornado!!!
- nos dias anteriores ao regresso, em preparação psicológica digo eu:
"Sabes o Verão não é o ano todo e nós não moramos aqui. Nem tinha piada nenhuma, não havia S. Martinho, nem Natal, nem Páscoa, nem íamos passear, nem brincar com os amigos, nem dia da Mãe,..., era uma seca". A cada coisa ela dizia "É, pois era!". Para testar ponho no meio: "Nem havia escola..." - estica o dedo "Ei, isso não me importava nada!"
Quando regressávamos da aldeia pergunta:
"Quantos dias faltam para começar a escola?"
"Faltam 3, vais na 3ª feira." - glup
"Estou ansiosa por ir para a escola! Ver os meus amigos e ver os novos manuais! Estou cheia de saudades e eles vão dar-me um grande abraço!"
Assim de repente fez-se este click, parece que encaixou que era fim de férias, tempo de regressar!
No domingo, perguntou se era no dia seguinte que ia, respondi que se quisesse podia ir na 2ª à tarde.
Respondeu que sim! Na 2ª deu dois saltos ao acordar e lembrar-se que era o dia!
Chegou à porta muito contente, a educadora fez-lhe uma grande festa e enquanto me dava os recados de início de ano, a Joana quis entrar.
Foi óptimo e a semana correu mesmo bem. Sei que vai haver dias melhores e piores, sobretudo quando se instalar a rotina (até porque já reclamou não poder ir só de tarde e por não poder jogar nintendo de manhã...), mas fiquei contente por não se agarrar às minhas pernas, isso passou.
E assim voltámos às rotinas, aos horários, ao tempo a correr... e ficou um vazio e um silêncio na casa, nos ouvidos e no coração.
Quando estamos desesperados com a confusão que criam devíamos pensar mais em como nos fazem falta e quando sentimos falta devíamos pensar mais na confusão, o tal lado positivo
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
De volta ao inferno, com excursões ao purgatório
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
O Céu
Do inferno ao céu em 30 dias
22h o miúdo inquieto bebe pouco leite e adormece.
22h30 acorda e quer o resto.
23h30 refila, refila, não sossega, adormece.
00h Joana na cama espero que adormeça
1h deito-me
2h Diogo quer leite (really?)
3h cumprido o ritual leite, arroto, fralda, deito-me
4h Joana quer vir para nossa cama (really?)
6h Diogo inquieta-se e não pára de esfregar as mãos na boca. Penso que é fome, ponho-o no sofá e vou preparar o leite. Quando volto dorme como uma pedra e o biberão é-lhe indiferente. (really?) deito-me
07h agita-se, vou para a sala, adormece. Espera lá que já te digo, ponho-o na espreguiçadeira, onde se sente mais aconchegado, adormece.
9h30 alvorada, leite.
Loucas são as noites que passo sem dormir.
(em breve O Céu)
sábado, 31 de agosto de 2013
3 meses Diogo
Aos 3 meses, feitos no dia 23, o Diogo continua um bebé muito calmo e curioso. 90% das vezes que chora é sono ou fome. Gosta de pedalar na espreguiçadeira, observando tudo. Distrai-se facilmente, só não gosta de estar sozinho. Para isso muito ajuda a mana que faz trinta por uma linha - palhaçadas, conversas, agitar brinquedos. É uma doçura que só vendo e ele derrete-se. Ela continua muito exigente para que cuidemos dele ao primeiro chorinco!
Gosta da TV, desenhos animados, Volta a Portugal, futebol (ups), vale tudo. Temos que o virar para as doses diárias serem reduzidas.
É muito sorridente, acorda logo a rir.
Já palra muito e dá gritinhos de contente. Se lhe respondermos, continua. Adoro estes diálogos!
Tem força no pescoço e começa a conseguir andar direitinho ao colo, "à janela".
Na vacina dos 3 meses (Prevenar) foi pesado, 5,700 kg! Nasceu sem percentil e foi avançando todos até ao 50! Não admira, ao que come!
Desde que fomos de férias, alterou as rotinas e no máximo faz 5h de intervalo de leite e de madrugada tem um sono agitado... Nem dorme, nem quer leite. Mexe-se, esfrega a cara agitado. Tem sido a parte mais dura para mim, porque me levanto de hora em hora para o acalmar, depois de um máximo de 4h de sono. Dava jeito que gostasse de chucha!
Quando regressámos de férias também tive noção clara de como cresceu: ao ver as fotos do início e fim (15 dias), por mal caber na banheira, por ter que o passar da alcofa para a cama maior, pelas roupas mais quentes que voltou a vestir mal servirem.