Lilypie Joana

Lilypie Kids Birthday tickers

Lilypie Diogo

Lilypie Third Birthday tickers

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Juntos Somos Mais Fortes

Para a Joana e para o Diogo





Juntos, somos mais fortes

Seremos o céu que abraça o mundo

Juntos, seremos a voz que acende o amor... o amor







quinta-feira, 14 de abril de 2016

Bebé Menino Diogo


Para comemorar o novo primo, o Diogo fez ontem o 1º xixi no pote, o que é um marco, porque nem lá se sentava. Desde a Páscoa que dorme a noite toda e muito. Aprendeu a dar beijinhos e dá muitos beijos e mimos. Fala pelos cotovelos com frases longas. Tem uma alegria e energia contagiantes e sabe que tem graça.
A passos largos a caminho dos 3 anos o meu menino doce deixa o lugar de bebé para o Martim heart emoticon

quinta-feira, 16 de abril de 2015

B-day


Passei o dia sozinha, à custa de estar doente e como tal especialmente triste, de pijama e a tentar recuperar o tempo de trabalho perdido, visto estar hoje um pouco melhor.
Como o que tenho é uma faringite que evoluiu para aftas pela boca e garganta, passei o dia ainda mais calada que o habitual e nem aos telefonemas pude responder como deve ser.
Achei por bem retomar o blog em 2015 desta forma. Agora só pode melhorar.

À noite espera-me a festa/jantar em casa dos pais (10 anos depois!) e a certeza de muitos mimos e do conforto dos filhotes.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Bye, bye 2014


A partir de Outubro o ano foi prego a fundo em doenças, maleitas e más disposições, umas seguidas às outras. A começar a apendicite e operação da Joana, seguida de virose, eu com gripe pelo meio e a barriga-balão do Diogo pelo magusto (e não foi das castanhas). No regresso à escola da Joana chegou a ansiedade misturada com o perfecionismo que resultaram em belas e animadas manhãs, estratégias psicológicas e muita reflexão. A questão chegou às férias de Natal sob controlo. A saga terminou - digamos - a 19.Dezembro com os resultados das análises e ecografias a confirmarem que está tudo bem e a falta de apetite, vómitos e falta de energia eram mais psicológicas.
Claro que não podíamos terminar o ano sem ter 3 ranhosos e tossiqueiros - eu e os filhotes.

Foi um ano de crescimento e superação e cá estamos inteiros para 2015 - apenas sem 1 apêndice.
Foi um ano que levou muitos queridos, que deixam o seu legado e saudade. Que Deus permita continuarmos a mimar os que cá estão.

E como as fotos se tiram nos bons momentos, fica o registo em fotos do nosso ano, já que para palavras o tempo foi curto.










Como é lógico do nosso ano fizeram parte muitas, muitas pessoas, tratando-se do blog não aparecem (excepto numa), mas fazem parte do best of.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Saudades


Dia 24 de Setembro continua (e cada vez mais) a ser o dia da saudade. São 10 longos anos de ausência, que no entanto não suplantam 25 anos de convívio e partilha diárias e sobretudo não suplantam muitas e muitas memórias.
Por vezes é uma saudade conformada, noutras dói demais.
Minha querida avó Mimi.

Aqui no lote de netos, falta a minha irmã Cristina, que havia de nascer anos mais tarde.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Primeira semana superada


A semana foi de altos e baixos.
No 1º dia, segunda-feira, 15.Setembro, ela vinha radiante quando a fui buscar ao J.I., "Mamã, tinhas razão, foi mesmo fácil e divertido!" - o meu coração quase rebentou de alegria. Pelo caminho veio a contar tudo o que tinham feito, direitinho. Em casa, já distraída com os seus gadgets rematou "Mamã, agora não vais contar [perguntar] sempre, porque agora vai ser igual todos os dias" - lá meti a viola no saco, sabendo que não ia ser sempre igual. Entretanto fechei a boca da admiração de a ver tão adaptada à nova rotina, tendo captado toda a nova organização nas palavras de professora.

No 2º dia voltou a ficar contente na sala. Quando a fui buscar vinha a resmungar que o dia não correu assim tão bem, porque aparentemente lhe deu a preguiça e disse à professora que não queria continuar a pintar. Como a professora não foi na onda, desatou a chorar e ainda mais chateada ficou por ter que ficar a acalmar na hora do recreio.
Lá lhe dissemos que é mesmo assim, não podemos fazer só o que nos apetece, infelizmente. No entanto, neste dia o que a preocupou mesmo foi que tinham feito um desenho e agora já não tinha ideias para mais. Vai daí uma sequência de perguntas e respostas, um rever o que era capaz e as perguntas "achas que vai correr bem?". Custou-lhe a adormecer.

No 3º dia revimos capacidades e queria ir entrar sozinha na 1º na escola, depois no corredor, para ser "uma menina crescida". A professora já os tinha preparado para isso acontecer de qualquer maneira na 5ª feira. Acabou por entrar sozinha na sala, tal era a confusão pelos corredores, de pais com prioridade de passagem sobre os miúdos. Aproveitei para rapidamente explicar que a Joana é muito trabalhadora, mas o desenho livre a bloqueia. Respondeu-me que ficou tudo bem no dia anterior, passou e é normal. Breves minutos para dizer tanto da minha menina... Espreitei-a sentada de ar desconsolado e vim embora de lágrima no olho, vazia e perdida. Longo é aquele corredor que nos separa.
O que é certo é que vinha feliz da vida, "um dia de cada vez filha" - e mãe.

No 4º dia, complicou. Mal acordou lembrou-se que tinha de entrar sozinha. Superado o choque inicial conformou-se e combinámos estratégia. No entanto, ao chegar, no meio da confusão de pais e guarda-chuvas, sem grande tempo para despedidas ficou confusa e começou a chorar. Espreitei pela porta, mas não conseguiu ir. Ficou com a funcionária que os recebe, no conjunto dos meninos aflitos que a rodeavam. A sra. é um amor e trata todos com carinho. Mandou-me embora e acedi. Fiz-me de forte, mas o meu coração vinha partido. "Tudo se vai resolver, tudo vai ficar bem."
À hora do almoço liguei para o jardim-de-infância, só notícias normais. À tarde vinha bem, nem se lembrava!

O 5º dia, sexta-feira, amanheceu com expectativa (a minha), mas foi tranquilo e de superação: disse-me adeus até onde pôde e à porta da cantina deu uma corrida. Ainda esperei para ver se voltava para trás, mas não apareceu, encontrou a sala no corredor mais longo do momento.
Fui com o pai busca-la à hora do almoço para rumarmos ao Alentejo, para o casamento do tio João.

Maravilha!!!
So far so good!