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domingo, 24 de fevereiro de 2013

A distorção da anti-distorção



A propósito deste artigo do Expresso do Henrique Raposo "O fascismo do Grândola Vila Morena" publicado no site a 21/Fev...


É triste associar a manifestação ao fascismo. Não que me lembre, mas julgo que nesses tempos e em todas as ditaduras à esquerda e à direita, ninguém era, ou é, silenciado à base do Grândola, aliás ninguém a podia cantar. Aliás mais de 2 pessoas não se podiam ajuntar, dizem. A música era e é outra. É triste.

Não vejo nestas manifestações cartazes anti-direita, apenas contra medidas. E isso ouvi sempre, bem ou mal, estando que governo estiver no poder. Quer se goste quer não, parece-me democrático.
"Ódio fascista"? Pelos cartazes e cantares? Façam-me o favor...

E a conclusão: "Em terceiro lugar, temos a consequência lógica das duas premissas anteriores: o culto da violência. Se a "direita" é espezinhável, se não vale a pena ouvir o outro lado, se o ódio é uma virtude que confere uma legitimidade superior, então a violência é legítima e não faz mal dar uns carolos no Relvas. Aliás, só faz bem dar uns tabefes no Relvas."

Qual violência? No filme da Visão é bem visível que ninguém dá carolos em ninguém, não porque queira e não possa. Não me parece muito difícil superar os "seguranças" nem vencer umas portas...
A sugestão de violência legítima é sua.
"Só faz bem dar uns carolos ao Relvas" ?!?

Como dizia o Bruno Nogueira, na assembleia é tudo educado, ninguém se insulta e interrompe.
Contra os estudantes do ISCTE só tenho algo contra, escusado era insultar a mãe do sr., não tem culpa nenhuma.

(comentado no site Expresso)

Aqui fica o vídeo Visão.


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